sábado, maio 03, 2008

Coimbra, 3 de Maio de 2008,

Coimbra é a cidade das minhas quedas sem fim. Não sei porque insisto em voltar, mas sei hoje que nunca mais volto.

5 comentários:

telma disse...

também andei por lá ontem.
e coimbra tem qualquer coisa que me encanta, ainda não percebi bem o quê.

Ophelia disse...

Se não voltares, se tu não tiveres sítio para onde voltar, se não houver sítio para onde voltar, eu estou sempre aqui. Mesmo que às vezes eu pareça um sítio passado para o qual não há retorno.

Ophelia disse...

Descobri uma coisa.
Quando nos magoamos, passamos a coleccionar mágoas. A partir daí, analisamos as pessoas pormenorizadamente para ver se não nos darão uma mágoa repetida. (Afinal, já temos tantas!).
Mas esquecemo-nos que existem sempre mágoas novas. Não arriscamos com medo de completar a caderneta.

Quis só partilha-lo contigo. Tenho medo, sabes?

tatiana abreu disse...

Vais voltar a coimbra. Vais comigo ver CocoRosie :)

CL disse...

Ophelia,
Eu sei que tens medo. É impossível não ter. Gostar de alguém é dar a essa pessoa o poder para nos magoar, e saber que ela escolhe não o fazer. Eu sei que é difícil, pegar nos pedacinhos todos de nós e por nas mãos de alguém em silêncio, mas a repetir para dentro: por favor não partas mais nada.
Mas é como tu dizes, eu também estou nesse sítio, à tua espera para se alguma coisa correr mal. Mas tens de acreditar que não vai correr. Por favor. Vale a pena tentar, e eu sei que tu consegues.
Obrigada por tudo.

Beijo.